
O poeta chora no ventre das palavras quando a vida balanceia sem porvir horas feitas de granito, como escravas mundo flamante, sem aparência de existir!
Húmidas palavras, rolando emudecidas caídas sobre ávido papel, onde desfaleceo hálito de promessas incompreendidas,pálido dialecto... verdade que anoitece!
Teu olhar dolente, no afago da verdade terá a medida exacta da imensa liberdade,trancar as portas aos indigentes da ilusão!...
Trovador, no distante silêncio do Universo!Embelezas cada dia, a tristeza num só verso...em pranto que orvalha a origem da razão.

Um comentário:
Nossa como voce é bonita!!!! è voce mesmo!!! Estive por aqui conhecendo o seu blog!! Abraço Ademar!!!
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